Rokkan, o Feiticeiro Elfo, havia muito caminhava pelo continente, fortalecendo-se enquanto procurava pistas do paradeiro de seu pai, certo dia em uma taverna soube de um grupo de aventureiros que havia presenciado um mago muito poderoso matar um dragão branco, assim lhe disse o homem:
— Um grupo de aventureiros disse ter avistado um grande mago eliminar um dragão branco, numa vila perdida nas montanhas ao nordeste, eles estão agora numa vila de elfos perto de Midgard... um profeta disse uma vez: Quando um homem matar um dragão este se tornará negro e matará os outro um por um, e quando não huver mais dragões ele reviverá a deusa Narsil, aquela que destrói, para matar todos os que vivem.
Ele sabia que o mago era seu pai, Lukan, que tanto procurara. Guiado pelas palavras do homem da taverna, Rokkan seguira viagem para uma vila de elfos, onde tais aventureiros estavam. Já escurecia e Rokkan previa que não chegaria a tempo, por suas próprias experiências o feiticeiro sabia que não era seguro viajar de noite, subindo uma pequena colina, Rokkan montou acampamento e dormiu um sono muito esperado.
No meio da noite, Rokkan desperta ouvindo sons parecidos com ordens de guerra, vindos de longe. A língua lhe é familiar e estranha ao mesmo tempo.
—Isso é... élfico? Mas... —Ele murmura para si mesmo, saindo da barraca logo depois. Ele começa a entender o que a voz fala:
—Levante-se, levante-se, aquele que nunca dorme. Saia de teu covil, o selo não mais existe, eu te libertei e tu me servirás. —Rokkan avista uma luz vermelha ao longe e sente o forte vento. Ele desarma rapidamente o acampamento e vai cautelosamente em direção da luz, ao chegar mais perto ele percebe que há alguém no centro da luminosidade: um homem velho, de cabelos grisalhos, manto negro, com um cetro levantado e recitando.
—Skar, aquele que foi selado, eu te libertei e tu me obedecerás, vai e mata teu irmão dourado, aquele que criou a cidade dos humanos no deserto, mate-o.
Pressentindo algo ruim Rokkan tenta impedir o homem, congelando-o:
—RAJADA CONGELANTE!!! —Ao que o homem se vira e defende:
—BARREIRA DE FOGO! —Uma grande quantidade de vapor é lançada no ar e Rokkan ouve:
—Não me derrotará tão facilmente, elfo, eu sou Slayn, O Bruxo, guarde bem esse nome pois logo todos o conhecerão. O fim de Bahamut está próximo, e o de todos vocês também, tu terás a honra de ser minha primeira vítima.
—ONDA DE FOGO! —Rokkan olhou paralisado para onda de chamas que se aproximava, mas caiu inconsciente antes de ser atingido.
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